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domingo, 20 de julho de 2014

Atualizada - Jovens de Presidente Médici perdem a vida em grave acidente no KM 26 da BR 364

Segundo informações de pessoas que viram o acidente, Elves Henrique Silva Santos (18 anos) e Everton da Silva Pereira (18 anos), vulgo "Gordim", trafegavam com suas motos na BR 364 no sentido Presidente Médici quando se chocaram frontalmente com um taxi que vinha em sentido contrário.

Na madrugada deste domingo (20), por volta das 04:15hs, no KM 26 da BR 364 entre Presidente Médici e Ji-Paraná, um grave acidente resultou na morte de jovens.

Segundo informações de pessoas que viram o acidente, Elves Henrique Silva Santos (18 anos) e Everton da Silva Pereira (18 anos), vulgo "Gordim", trafegavam com suas motos na BR 364 no sentido Presidente Médici quando se chocaram frontalmente com um taxi que vinha em sentido contrário. Com o impacto os veículos pegaram fogo. 

Os dois jovens, condutores das motocicletas tiveram morte instantânea, já o taxista foi socorrido ao hospital de Presidente Médici. 

Segundo a Polícia Rodoviária Federal o motorista do veículo Taxi de presidente Médici identificado como Janivan da Silva Moraes estava na mesma festa que os jovens e havia pego o taxi emprestado com o proprietário para levar algumas pessoas até Médici ao retornar tentou realizar uma ultrapassagem quando colidiu de frente com as duas motocicletas.

Com o impacto, todos os veículos pegaram fogo. Os dois condutores das motocicletas tiveram morte instantânea, já o motorista do taxi foi socorrido ao hospital municipal de Presidente Médici com alguns cortes na cabeça, constatado Traumatismo Craniano Encefálica (TCE).

No hospital depois de duas horas a PRF realizou o teste do bafômetro no motorista, que, apresentou 0.34mg/L de álcool por ar expelido. Com o resultado o Jonivan recebeu voz de prisão e não pode ser conduzido a delegacia devido o seu estado clinico ser considerado grave.


A Polícia Militar esteve no local do acidente e controlou o trânsito até a chegada da PRF para os procedimentos necessários.


Os corpos estarão sendo velados na igreja Assembléia de Deus em Estrela de Rondônia, distrito de Presidente Médici.


Com informações medicienfoco / plantaocentral

sábado, 19 de julho de 2014

Baixa repercussão de “Em Família” sugere novos caminhos para a TV

Em Famíliateve audiência baixa (média final de 30 pontos na Grande São Paulo, a menor da história no horário) e, no geral, repercutiu mal nas redes sociais.

Luísa (Bruna Marquezine) e Laerte (Gabriel Braga Nunes)
(Foto: Divulgação/TV Globo)
A novela “Em Família”, que terminou nesta sexta-feira, 18/07, talvez sinalize os caminhos que a TV aberta tem pela frente em tempos de audiência decadente, fruto de concorrência brutal com novas mídias e TV a cabo (cada vez mais acessíveis), e novos hábitos e exigências do telespectador moderno. Foi-se o tempo em que apenas um bom texto segurava audiência.
Autor de sucessos marcantes da TV, como as novelas “A Sucessora” (1978-1979), “Baila Comigo” (1981), “História de Amor” (1995-1996, em reexibição no canalViva), “Por Amor” (1997-1998), “Laços de Família” (2000-2001) e “Mulheres Apaixonadas” (2003), Manoel Carlos vem errando a mão desde que trocou sua parceria na direção com Ricardo Waddington por outro diretor: Jayme Monjardim– vide “Páginas da Vida” (2006-2007), “Viver a Vida” (2009) e, agora, “Em Família”.
É de se questionar se o novelista não anda muito inspirado e ligou o piloto automático com suas crônicas da classe média carioca, ou a direção de Waddington dava a elas um dinamismo que Monjardim – de um estilo mais contemplativo – não conseguiu alcançar. Ou os dois fatores: autor + diretor. Vale salientar que Jayme Monjardim já se saiu muito bem em trabalhos majoritariamente embasados em um texto tão ou mais profundo que o de Maneco. Lembra de “A Vida da Gente” (2011-2012), de Lícia Manzo?
Se considerarmos o último folhetim do autor, “Viver a Vida” – cujo ponto alto era as dificuldades de uma bela e vaidosa moça que ficou tetraplégica (Luciana de Alinne Moraes) -, era de se imaginar que a premissa de “Em Famíla” não era lá muito atraente para o horário mais visado (e visto) da Globo. A história de primos que se amaram no passado, mas que, no presente, ficou apenas o rancor de um amor mal resolvido, poderia ser contada à seis da tarde sem maiores percalços.
A Helena da vez (Júlia Lemmertz) não passou de mera coadjuvante para o drama da filha, Luiza (Bruna Marquezine), apaixonada pelo homem que desgraçou sua família no passado, Laerte (Gabriel Braga Nunes). O bom início da novela, que apresentou as primeira e segunda fases da história, se perdeu quando caiu na terceira e definitiva parte. Foi quando nos deparamos com uma trama mais lenta e que não fazia questão de prender o público na frente da TV, ante pouca ação e total ausência de bons ganchos.
Jairo (Marcello Melo Jr.) e Juliana (Vanessa Gerbelli) (Foto: Divulgação/TV Globo)
Jairo (Marcello Melo Jr.) e Juliana (Vanessa Gerbelli) (Foto: Divulgação/TV Globo)
Não vou bater na tecla das idades dos atores incompatíveis com seus personagens, porque isso já deveria ter sido superado. Por mais que tenha abusado, “Em Família” não foi a primeira e nem será a última a ter discrepâncias desse tipo por conta da escalação de elenco. Juliana, a tia de Helena, parecia mais velha que ela nas primeiras fases e, quando a atriz foi trocada por Vanessa Gerbelli, a personagem pareceu rejuvenescida. O que importa é que a trama de Juliana foi o ponto alto da novela, com Gerbelli vivendo um de seus melhores momentos na TV, formando um dupla interessante com Marcello Melo Jr. – o Jairo – o único casal que deu algum dinamismo ao folhetim. Os dois atores merecem elogios.
Apesar do ritmo, há de se elogiar também o texto sempre afiado de Maneco, com profundidade e emoção, quando encontra respaldo em atores à altura. Foi quando se destacaram Júlia Lemmertz, Bruna Marquezine e Humberto Martins. Por mais que os diálogos e dramas de seus personagens tenham se repetido ao longo da história (Helena não tinha outra função a não ser reclamar de Laerte), os seus diálogos salvaram “Em Família” da letargia total.
Em contrapartida, alguns personagens que – achava-se – iam decolar, morreram na pista. Caso de Shirley, vivida por Vivianne Pasmanter, que só ladrou mas não mordeu. Shirley é a personificação de “Em Família”: prometia muito nas primeiras fases, mas não cumpriu na continuação da história – com poucos personagens realmente cativantes, algumas tramas que poderiam ser bem conduzidas se perderam no meio do caminho.
Foi o caso da relação amorosa entre Clara e Marina (Giovanna Antonelli e Tainá Muller), que já começou estranhamente errada, quando o autor pintou uma Marina “destruidora de um lar feliz de comercial de margarina”. Cadu (Reynaldo Gianecchini) era um concorrente forte demais para que se angariasse torcida por Clarina (Clara + Marina). A doença do rapaz quase pôs tudo a perder, numa clara mostra do quanto essa trama foi mal conduzida. Quando os roteiristas se perceberam disso, tiraram o foco da doença de Cadu, minimizando-a, e criaram “o casal lésbico de comercial de margarina”. O ponto positivo foi o beijo entre as moças, simples sem a intenção de causar alarde, de forma natural como o tema deve ser tratado.
Marina (Tainá Muller) e Clara (Giovanna Antonelli) (Foto: Divulgação/TV Globo)
Marina (Tainá Muller) e Clara (Giovanna Antonelli) (Foto: Divulgação/TV Globo)
Na cota do merchandising social – outra marca do autor – Maneco retornou ao alcoolismo, através do personagem Felipe (Thiago Mendonça). Trama requentada – por mais que o tema seja sempre pertinente – afinal, Orestes (Paulo José) em “Por Amor” e Santana (Vera Holtz) em “Mulheres Apaixonadas” já haviam entrado para a história. O descaso com o idoso – tão bem abordado em “Mulheres Apaixonadas” – transformou-se em núcleo cômico sem graça alguma. E o Mal de Alzheimer de Selma (Ana Beatriz Nogueira) também acabou pendendo para o humor, um verdadeiro desserviço.
Outra trama mal costurada foi a de Alice (Érica Januza), fruto de um estupro que resolve fazer justiça colaborando com a polícia. Difícil de engolir a maneira fácil e rápida com que a polícia pôs em risco a vida da jovem, aparentemente com pouco preparo. Outros personagens ainda mudaram de personalidade de acordo com o andamento da novela. Chica era uma mulher cordata nas primeiras fases e, quando ressurgiu na pele de Natália do Valle, parece que havia se transformando em uma mulher liberta, despreocupada, mais alegre.
Branca (Ângela Vieira) teve momentos bons no início, parecia outra personagem que ia decolar, mas acabou minguando com o tempo. Por fim, Laerte (um Gabriel Braga Nunes bem apático) inexplicavelmente só mostrou a verdadeira personalidade (a que vimos na pele do ator Guilherme Leicam, na segunda fase) no finalzinho da novela. Talvez, se Maneco tivesse mexido mais com esse vilão, “Em Família” tivesse ganhado em dinamismo e, consequentemente, despertado mais interesse do público.
Retorno agora à ideia exposta no primeiro parágrafo. As atuais métricas de aferição de audiência não são mais eficazes e as emissoras estão entendendo isso. A audiência deveria ser medida pela repercussão, que pode ser positiva ou negativa. Liberta-se assim do engessado horário fixo, já que as plataformas se multiplicam e os programas podem ser vistos à hora que se bem deseja. As novelas do horário nobre da Globo sempre tiveram repercussão, independentemente da audiência. Vendem revistas, fomentam pautas em outros programas – da casa e de outras emissoras, inclusive.
Em Família” teve audiência baixa (média final de 30 pontos na Grande São Paulo, a menor da história no horário) e, no geral, repercutiu mal nas redes sociais. Um bom texto é imprescindível para qualquer obra dramatúrgica. Todavia, não é o suficiente. Nesses tempos em que, mais do que nunca, as emissoras lutam para chamar a atenção da audiência, cada vez mais pulverizada, voltada para outros interesses que não mais a TV por ela mesma, o marasmo do cotidiano não interessa mais. Aliás, nunca interessou. A não ser quando veio junto com uma boa história, atraente, cativante, envolvente. Não foi o caso de “Em Família”.

Nilson Xavier

Musica - Morre o sertanejo Goiano, da dupla com Paranaense, aos 54 anos

Natural da cidade Sítio d'Abadia, no interior de Goiás, ele morava em uma chácara em Pinhalzinho, a 114km da capital paulista, onde está sendo velado, e será enterrado neste sábado (19), às 15h. 

Foto: Reprodução/Facebook
O cantor sertanejo de raiz Valdomiro Neres Ferreira, mais conhecido como Goiano, morreu na tarde desta sexta-feira (18), às 17h, vítima de problemas no fígado, na cidade de Pinhalzinho, no interior de São Paulo. A informação foi confirmada pela mulher do músico, Juliana de Souza, que estava inconsolável.

"Ele bebia demais e acabou acontecendo isso", limitou-se a dizer para a reportagem do UOL.

Natural da cidade Sítio d'Abadia, no interior de Goiás, ele morava em uma chácara em Pinhalzinho, a 114km da capital paulista, onde está sendo velado, e será enterrado neste sábado (19), às 15h. 

O cantor César Menotti prestou sua homenagem através do Instagram pela morte do amigo. "Mais uma viola se cala, música de raiz está mais pobre. Perdemos o Goiano, um grande artista, violeiro que tive a honra de ser amigo. Luto", escreveu ele.

Goiano começou sua carreira em 1978, ao lado de Valdo da Viola, quando formaram a dupla Neres e Nerinho. Os dois não chegaram a gravar nenhum disco e Goiano se juntou ao músico João Roberto Alonso e formaram a dupla Goiano e Paranaense.

O sertanejo deixa cinco filhos Dáblio, Leonardo, Carolina, João e Maria.


O Poder do Criador, um dos grandes sucessos da dupla.



UOL, em São Paulo

domingo, 6 de julho de 2014

Grave acidente de trânsito na BR-364 deixa várias pessoas feridas

Segundo informações, o veículo EcoSport seguia na rodovia sentido Capital/Interior, quando ao realizar uma ultrapassagem, acabou colidindo com um veículo que seguia no sentido contrário. Com o forte impacto, o veículo causador do acidente acabou caindo em uma ribanceira.

Na tarde deste sábado (05), um grave acidente foi registrado na BR 364 logo após a Vila Princesa. Um choque frontal entre um veículo HONDA Fit de cor prata e um FORD EcoSport de cor vermelha foi resultado de uma ultrapassagem mal sucedida.

Segundo informações, o veículo EcoSport seguia na rodovia sentido Capital/Interior, quando ao realizar uma ultrapassagem, acabou colidindo com um veículo que seguia no sentido contrário. Com o forte impacto, o veículo causador do acidente acabou caindo em uma ribanceira.

Populares que presenciaram o acidente deram os primeiros auxílios às vítimas, que em seguida foram socorridas por ambulâncias do SAMU e Corpo de Bombeiros. O motorista do veículo Ecosport ficou preso nas ferragens do carro, exigindo um grande esforço dos oficiais do Corpo de Bombeiros.

Agente da PRF estiveram no local e controlaram o tráfego de veículos.





Matéria: News Rondonia / Julio Malta

Prefeito Marinho, de Machadinho, é empossado presidente da Arom

O prefeito Marinho inicia o exercício triênio da Presidência da Arom com propósitos de unificação dos gestores dos municípios associados para o fortalecimento do Municipalismo no estado e a abertura do diálogo da entidade com todos os poderes.

O Municipalismo em Rondônia passa a ser liderado por um novo gestor municipal, pela representatividade institucional da Associação Rondoniense de Municípios – Arom. Por aclamação, os membros da Diretoria Executiva da entidade indicaram e deram posse como presidente o prefeito de Machadinho do Oeste/RO, Mário Alves Costa, o “Marinho da Caerd”. O rito interno foi realizado na última quarta-feira (02/07), em Porto Velho/RO.

O prefeito Marinho inicia o exercício triênio da Presidência da Arom com propósitos de unificação dos gestores dos municípios associados para o fortalecimento do Municipalismo no estado e a abertura do diálogo da entidade com todos os poderes. Essas primeiras atuações administrativas resultarão em soluções para as problemáticas enfrentadas pelos municípios, acredita o novo presidente.

A capacidade física e de pessoal especializado da Arom também tomam atenção especial do presidente, que anunciou sua pretensão de reestruturar a associação, para aumentar a oferta dos auxílios técnicos, beneficiando ainda mais as prefeituras. Para isso, Marinho ouvirá os prefeitos dos 52 municípios, oportunidade em que também fará captação de demandas locais a serem sanadas pela instituição.

Arom em duas décadas

A nova chefia da Arom caracteriza-se pela bagagem de experiências adquiridas na própria história da entidade, que neste dia 05 de julho, completa 21 anos de atuação em defesa e consolidação do Municipalismo na região e no País. Nos últimos anos, Marinho da Caerd participou de forma ativa e indispensável nos embates representativos da associação, contribuindo com as estratégias de negociação e gozando das conquistas.

“O Prefeito Marinho é um gás novo”. Desta forma definiu a Executiva da Arom, ao concluir o processo interno de escolha e posse. “Estou empenhado e tenho muitas ideias novas, que serão aplicadas com a apreciação dos prefeitos. Meu projeto como presidente e representante de todos os municípios visa o crescimento da entidade e consequentes melhorias às prefeituras. Temos muito a fazer e, com a participação de todos, podemos realizar”, disse.

Como uma de suas primeiras agendas administrativas junto aos prefeitos, o presidente da Arom já preparou um grande encontro com os gestores, que deverá ocorrer em parceria com a realização de um evento pela Confederação Nacional dos Municípios – CNM. O acontecimento está marcado para os dias 21, 22, 23, 24 e 25 de julho, na região central de Rondônia. Os trabalhos terão a participação do presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.


Autor: Willian Luiz/Arom

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Adequação a Lei Orgânica do Município de Presidente Médici permitirá a administração contratar familiares para ocupar cargos de confiança. Na sua opinião os vereadores devem aprovar esse projeto?